CAROS estudantes!
Boa tarde!
Esclareço que o horário CACS conforme bem lembrado no colegiado do curso é um horário que será apoiado e validado como parte da grade das disciplinas, enquanto nele se cumprir com a finalidade que deve ser formativa no seu sentido pleno. Este horário foi validado na reunião do colegiado, como parte da organização dos estudantes e, como parte de um curriculo extra-sala de aula, que todos fazemos, tanto na vida acadêmica, como social, política, pessoal e de trabalho. Seguramente poderá ajudar muito na organização do curso, no seu gerenciamento e na consolidação das decisões importantes para todos se nele agirmos como pessoas comprometidas. Este espaço é também o lugar da troca de ideias, da organização de atividades formativas, da liberdade e da responsabilidade, sobretudo do cuidado com este curso e com este ambiente que é nosso, que é de todos/as, a universidade. Importante dizer que o CACS representa os alunos do curso, que fala como representação deles, e, embora, já saibam, fala de decisões informadas e discutidas com o conjunto dos estudantes.Decisões que devem contemplar a diversidade e as necessidades de todos/as. Para que este espaço seja o espaço da representação, do respeito, da acolhida, da verdade, – é preciso desenvolver senso crítico com responsabilidade. Neste sentido o horário, o lugar, a voz, a fala, a acolhida e o respeito são imperativos tanto à vida de cada um, quanto à cidadania e ao futuro institucional. Assumam este lugar como um lugar que é de vocês e todos e todas, façam valer a representação dos seus interesses.
Abraço aos alunos e alunas do curso
Marlene Tamanini
Coordenadora do curso de Ciências Sociais.

Se os números não mentem, confirma-se a cada dia que a profissão de professor no Brasil goza do mais alto desprestígio em toda sua história. Pesquisa da Faculdade de Educação da USP – Atratividade do magistério para a educação básica”, de Luciana França Leme –, recém-publicada, mostra que metade dos graduandos das faculdades de Matemática, Física e Química – mesmo sendo alunos de licenciaturas – não planeja pôr os pés numa sala de aula. Aferição similar foi feita pela Fundação Carlos Chagas, em 2009, junto a estudantes do ensino médio: só 2% desejavam o magistério.

Os dados – que não se desmentem a cada novo levantamento – servem de termômetro. Um país no qual os jovens universitários rejeitam servir à educação não tem muito do que se ufanar. Os demais países do mundo que o digam. E isso vale para nações desenvolvidas, como a Coreia do Sul, e para países em frangalhos, como Cuba, para citar duas. Em ambas, o status do professor se mantém em alta e esse seria o segredo.

Convenhamos, não se trata apenas de uma questão cultural. Fosse por esse prisma, o Brasil por certo se sairia bem. Ainda que não na prática, pelo menos no discurso, o brasileiro louva e agradece os professores que teve, ainda que afirme não querer ser à imagem e semelhança de nenhum deles. A questão é de fundo político. Não basta reconhecer os mestres, é preciso mostrar, com programas sérios, que o próprio Estado os reconhece.

Não se trata de coisa do outro mundo, nem exige gastos que arrasariam os cofres públicos. Pesquisadores de educação aqui e ali revelam que com incentivos bem calibrados, muitos sairiam da faculdade e fariam um estágio em sala de aula, irrigando essa seca danada. Pode ser um estágio de dois anos, numa espécie de período sabático, tempo em que os governos incentivariam os recém-graduados a provar o gosto do quadro-negro. Obviamente, isso não resolveria a carência de nada menos do que 170 mil professores de Ciências Exatas nas escolas de ensino fundamental e médio. Mas pelo menos serviria de estímulo à experiência, saltando dali para outros voos. Muitos ficariam ali, seduzidos pela paixão de ensinar, motivo para que tantos milhares tenham abraçado o ensino, apesar dos pesares.

É preciso ir mais longe. A pesquisa da USP, a da Fundação Carlos Chagas, a da Fundação Lemann, para citar mais uma, deveriam servir de base para uma investigação mais profunda, capaz de revelar as causas dessa rejeição a mais nobre das tarefas. Descrença na educação? Insegurança diante da exposição do professor a periferias violentas? Propaganda negativa feita pelos próprios professores? Salários? A depender das respostas, seria possível balizar o que é lenda e o que é verdade em toda essa nuvem cinzenta que ronda o ensino. Há professores agredidos nas periferias – é claro. Mas há lá também brasileiros que desenvolvem projetos de monta e fazem diferença na construção da cidadania. Uma comparação de rendimentos, do mesmo modo, serviria para mostrar que no quadro geral são muitos os ramos de atividade com ganhos módicos. O professor não está sozinho na barca do inferno.

Outro foco de investigação “da hora”, como se diz, é constatar o quanto estamos numa roda viva de oferta e procura, custo e benefício, em especial para os profissionais da área de Matemática, Física e Química. Eles são poucos em sala de aula, mas também na iniciativa privada. Nem é preciso fazer muito cálculo para saber – basta conferir a centena de programas corporativos ocupados de arrebanhar bons profissionais dados a números.

Rende uma boa conversa – a escola encontrou concorrência. E concorrência se vence fazendo contrapropostas. Cá entre nós, os governos andam trançando as pernas nesse quesito, empurrando para depois essa dívida social. Seria um belo programa – formar, remunerar e incentivar bons profissionais a incluírem a escola nos seus projetos de vida. Não se trata apenas de uma ideia bonita, tocante, patriótica, ao som do Hino Nacional. Trata-se da estratégia mais do que comprovada, usada por coreanos e cubanos, à revelia das terras, mares e dividendos que os separam. A propósito, o ministro da Educação Aloizio Mercadante jurou de pés juntos que ia resolver a falta de professores da área de Exatas. Não podemos deixá-lo esquecer.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=1371788&tit=Quem-quer-ser-professor acessado em 12/05/2013.

Serão oferecidas 5 bolsas. Aos alunos e alunas de Ciências Sociais interessas é só seguir as normas apresentadas no seguinte edital: Sociologia PIBID 2013.

Grato.

CAR@S CALOUR@S!

 Em primeiro lugar @s cumprimentamos por terem sido aprovad@s no vestibular, ou em outras formas de entrada no Curso de Ciências Sociais da UFPR. Em segundo lugar, escrevo como coordenadora do curso para convidá-l@s a que participem da semana dos calouros do curso, que se realizará entre os dias 8 a 12 de abril de 2013. Esta é uma oportunidade única para conhecer @s colegas veteran@s e @s nov@s, para fazer destas horas passadas junt@s, uma possibilidade de convívio agradável, e de conhecimento tanto do curso, como do currículo, com suas disciplinas e seus professores. Além disso, a programação que segue em anexo, desenvolverá assuntos importantes a respeito da graduação, da formação, da pesquisa e do mercado de trabalho do cientista social. Nesta semana serão apresentadas também algumas das políticas de apoio estudantil da UFPR/PR e a biblioteca, tão necessária a nossa formação. Seus colegas veteranos, também falarão sobre o movimento estudantil e farão outras atividades de integração e acolhida. Esta semana é dedicada a vocês calouros e, é parte do calendário acadêmico do ano de 2013.1 que se inicia com a semana dos calouros. Não deixem de vir e de aproveitar as oportunidades para entender melhor o curso, tirar dúvidas se informar e interagir positivamente com o curso que vocês iniciam.

Parabéns sejam Bem-vind@s!

Profa Dra  Marlene Tamanini

Coordenadora do Curso de Ciências Sociais UFPR.

PROGRAMAÇÃO SEMANA DOS CALOUROS / 2013

SEGUNDA 08 DE ABRIL DE 2013 – ANFI 900 

08h – 10h – Apresentação Institucional 

.Profa Dra Maria Tarcisa S. Bega – Diretora do Setor de Ciências Humanas Letras e Artes
.Profa Dra Marlene Tamanini – Coordenadora do Curso de Ciências Sociais.
.Prof. Dr. Paulo Guérios – Chefe do Departamento de Antropologia- DEAN
.Prof. Dr. Adriano Codato/ou Prof. Dr Pedro Bodê – Chefe e vice do Departamento de Sociologia – DECISO
.Apresentação das secretarias – (Ciências Sociais, DECISO, DEAN) com a presença dos secretários:

Osvanir José Gonçalves de Andrade – secretário do DEAN
Ana Christina Bittencourt – secretária do DECISO
Sandra Mara – secretária de Ciências Sociais

10h – 12h – Aula Inaugural.
14 h – 18 h – Atividade CACS. 

TERÇA 09 DE ABRIL DE 2013 – ANFI 900

8h -10h – Assuntos Estudantis UFPR

1. PET – Profa Dra Simone Meucci; Prof. Dr. Ricardo Cid, Pedro Frasson (aluno
Bolsista)
2. PIBID Prof. Dr Alexandro Trindade e Prof. Dr. Rafael Reginane, Henrique Bueno (aluno bolsista).
3. PIBIC – Laura Sloboda (aluna bolsista)
4. MAE – Profa Dra Laura Perez Gil+ Lucas Carvalho (aluno bolsista).
5.PRAE: Igor Borck (aluno bolsista)
6. FIEP: Thaís Madera (aluna bolsista)

10h – 12h – Mesa: Movimentos Sociais – CACS.

14 h – 18h – Atividade CACS. 
14h – Filme no anfiteatro 1100

QUARTA 10 DE ABRIL – ANFI 900

08h – 10h – Apresentação do Curso e Currículo – Apresentação pela Comissão de Implementação e pelo Núcleo Estruturante do Projeto Político Pedagógico do Curso de Ciências Sociais – Bacharelado e Licenciatura
a.Coordenação – Profa Dra Marlene Tamanini
b. Área de Formação Sociologia – Prof. Dr. Alexandro Dantas Trindade
c. Área de Formação Arqueologia e Antropologia – Prof. Paulo Guérrios
d. Área de Formação Política – Prof. Dr. Emerson Cervi
e. Orientadores Acadêmicos – Prof. Dr. Pedro Bode, Profa Dra Maria Benilde Motim, Profa Dra Maria Aparecida Bridi

10h -12 – Mesa: Educação –

– Professora Milena Martinez
– Professora Walquíria Mazeto
– Professor Altair Pivovar, coordenador do CEALI e Marcelo (secretário).

14h-18h – Atividade CACS

QUINTA 11 DE ABRIL – ANFI 900 
08h – 10h – Apresentação das linhas de pesquisa da pós.

.Antropologia – Profa Dra Edilene Coffaci de Lima, Tiemi Kayamori Lobato da Costa, estudante
.Sociologia – Prof. Dr Alfio Brandenbrug , Thays Montecelli, estudante
.Política – Prof. Dr Emerson Cervi + estudante

10 h 13 – 12 horas – Movimento estudantil 

14h – 18 h – Atividade CACS

SEXTA 12 DE ABRIL – ANFI 900

8h – 10h45 – Mesa: Relação entre formação e mercado de trabalho – Ciências Sociais
Coordenação: Profa Dra Simone Meucci
.Prof. Dr Laércio Loiola Brochier (arqueologia) –
.Prof. Dr. Luiz Domingos Costa (ciência política) –
.Prof. Dr. Ricardo Cid Fernandes (antropologia)
.Prof. Gabriel da Educação Física
. Prof. Leonardo Carbonière Compoy (sociologia)
.José Renato (Empresa de Consultoria)
.Estagiárias do HSBC – Laura Budel e Angela Ilha.

11h – visita guiada à biblioteca
Coordenação do curso de Ciências Sociais
Departamento de Antropologia (DEAN)
Departamento de Ciências sociais (DECISO)
Centro Acadêmico de Ciências Sociais

Apoio: Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes (SCHLA/UFPR)

América Latina Viva é um programa de entrevistas apresentado pelo Prof. Dimas Floriani.

Vale a pena conferir:

Vídeo  —  Publicado: 03/04/2013 por caioha em Sem categoria

   A expansão das matrículas do ensino médio, o recrutamento de força de trabalho pelo capital e as mobilizações de estudantes e docentes em prol de uma reforma universitária tornaram improrrogável a questão da democratização do acesso à educação superior. O crescimento econômico motivou a emergente classe média a investir – como o passaporte para a mobilidade social – em cursinhos pré-vestibulares para garantir o acesso de seus filhos à universidade. Os estudantes excedentes (aprovados, mas sem vagas) saíram às ruas em protestos que abalavam a imagem do “Brasil potência”.
   Diante das pressões, o governo argumentou que as vagas públicas não poderiam atender prontamente à demanda. “Sensível” aos reclamos sociais, induziu a abertura de vagas no setor privado, em instituições universitárias ou não (uma firula, diante da causa democrática), por meio de pesadas isenções tributárias e empréstimos estudantis fortemente subsidiados pelo poder público. Assim, o anseio dos estudantes poderia ser realizado “aqui e agora”. Ao mesmo tempo, contemplaria os interesses capitalistas dos empresários da educação, segmento que demonstrara força política no processo de elaboração da Lei de Diretrizes e Bases.
    Evidentemente, referimo-nos até aqui à ditatura civil-militar de 1964. O sistema de bolsas foi colocado em prática pela Emenda Constitucional n. 1, de 1969, que determinava a criação de bolsas de estudo restituíveis, e pelo artigo 20 da Constituição de 1967, que vedava à União, aos estados e aos municípios a cobrança de impostos sobre renda, patrimônio e serviços dos estabelecimentos de ensino. Houve uma acentuada expansão das matrículas no ensino superior: entre 1960 e 1980, de 200 mil para 1,4 milhão (cerca de 500%), mas o grande impulsionador da expansão foi o setor privado (crescimento superior a 800%), que partiu de um patamar de 42% das matrículas no início dos anos 1960, alcançando 50% em meados dos 1970 e, em 1980, sendo responsável por 63% do total. A solução emergencial do problema do acesso expandiu e diferenciou as instituições de ensino superior privadas, legitimando a contrarreforma de 1968, calibrada pelos Acordos MEC-Usaid. Ao final da ditadura, o sistema público assumiu função complementar ao privado. As frações mais pauperizadas teriam de se conformar com cursos aligeirados, adequados para formar o exército industrial de reserva.
    A crítica à ditadura colocou em evidência o perverso modelo privado-mercantil: embora ofertando cursos, em geral sem qualidade, os lucros do setor ampliaram exponencialmente sob o manto da filantropia. Daí por que a luta na Constituinte ter priorizado a consigna: verbas públicas para as escolas públicas. Derrotas e avanços coexistem no capítulo da educação da Carta de 1988. O artigo 207 consagra a universidade como uma instituição autônoma e referenciada na indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, mas o artigo 209 estabelece que o ensino é livre à iniciativa privada, e os artigos 150 e 213 admitem a possibilidade de repasse de recursos públicos (apenas) para as instituições “sem fins lucrativos” (comunitárias, filantrópicas e confessionais).
   Fernando Henrique Cardoso institucionalizou o caráter privado-mercantil das “particulares” (Decreto n. 2.306/1997). A expansão, doravante, foi liderada por essas instituições com fins lucrativos (em 2008, das 2.016 privadas, 1.579 eram particulares). Após o boomdas matrículas privadas entre 1995-1999, o setor educacional foi afetado por uma crise semelhante à dos anos 1980: não havia mercado consumidor, com renda, para comprar o serviço educacional. Nesse contexto, o poder do atraso se impôs. O resgate das organizações privadas dar-se-ia em nome do interesse público. Tratava-se de democratizar o acesso “aqui e agora”, ainda que financiando as instituições privadas. O diagnóstico do governo era de que o setor público não daria conta e era pouco eficiente nos gastos. O setor privado seria auspiciado por uma dupla medida já conhecida: a) oferecer isenções tributárias para as organizações privadas (Programa Universidade para Todos), ultrapassando até mesmo os limites da Constituição (ao conceder isenções às instituições com fins lucrativos) e b) turbinar o programa de empréstimos subsidiados para os clientes (Fies).
    Muitos estudantes se beneficiaram do ProUni. E devem ser apoiados em seu direito à educação superior. Não resta dúvida de que outros muitos se beneficiaram da expansão e das bolsas na ditadura. O problema é que tal política destrói qualquer projeto democrático de nação. A opção pelo setor privado leva ao encolhimento do setor público. Em 2002, apenas 27% das matrículas eram públicas; em 2010, 25%. Difunde-se um padrão de educação minimalista e desvinculado das necessidades do país: apenas 0,002% das bolsas do ProUni foram para Geologia e 0,6% em Medicina, por exemplo; o grosso se destina a cursos de “humanidades”, tecnológicos de curta duração (sem relação com as áreas tecnológicas duras) e ciências sociais aplicadas, cursos fast delivery diploma.
   O próprio nome do programa é enganoso: não é universidade para todos, já que as vagas estão dispersas em todo tipo de instituição de ensino superior, inclusive nas mal avaliadas pelo MEC. É de baixa efetividade. Em 2005, apenas 77% das vagas anunciadas em maciças campanhas publicitárias foram ocupadas. Em 2008, apenas 58% das vagas anunciadas. O custo-aluno para o Estado é enorme, muito acima da mensalidade média das empresas: a) organizações com fins lucrativos: R$ 436; custo do bolsista: R$ 495; b) sem fins lucrativos beneficentes: R$ 597; valor pago por aluno: R$ 1.043 (2006).
Uma diferença em relação aos anos da ditadura precisa ser realçada. Atualmente, o setor é controlado por corporações e fundos de investimento com grande participação de capital estrangeiro. Não se trata mais de empresas familiares, mas de negócios que compõem o rol de investimentos especulativos do setor financeiro. Permitir, em nome da democracia, que a juventude brasileira permaneça prisioneira dessa educação mercantilizada é algo brutal. Urge mudar a direção da política educacional. E o eixo tem de ser público e universal. Uma universidade aberta a todos os que possuem um rosto humano. A história se move!
Roberto Leher
Professor titular da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRJ, além de pesquisador do CNPq

O governador Beto Richa (PSDB) desautorizou a Secretaria de Estado da Educação (SEED), comandada pelo seu vice Flávio Arns (PSDB), a alterar a matriz curricular das 2,1 mil escolas paranaenses a partir do ano que vem.

 

Pressionado pela comunidade escolar, que saiu às ruas das principais cidades do estado, o tucano voltou atrás. A proposta de mudança no currículo, sem debates, uniu “gregos e baianos” contra o governo.

O recuo do governador significa uma importante vitória dos professores paranaenses, que se opuseram à redução de disciplinas como filosofia, sociologia, educação física, artes, dentre outras, para ampliar as de matemática e português. Eles acusam o governo de planejar uma“jogada de marketing a custas da qualidade do ensino público”.

“A opção por manter a matriz curricular do Ensino Médio vai permitir que haja tempo no decorrer do ano para discutir o assunto com todas as instituições interessadas”, justificou Arns.

A próxima bronca que Beto Richa enfrentará, já no próximo sábado (15), é sobre a implantação de 33% da hora-atividade prevista na Lei do Piso aprovada em 2008. O governador ainda não cumpriu a promessa feita na campanha. Os educadores realizam assembleia no final de semana para aprovar greve no início do ano letivo de 2013.

 

Fonte:http://www.esmaelmorais.com.br/2012/12/pressionado-richa-recua-e-desiste-de-mudar-a-matriz-curricular-das-escolas-do-parana/