Arquivo da categoria ‘Movimento Estudantil’

Do editorial da Gazeta do Povo do último domingo, 06/10/2013:

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Foto: Alderon Costa

 

 

Para implantar nova política da população de rua, prefeitura terá de realizar força-tarefa junto a moradores de bairros que agora recebem abrigos

O cumprimento do Decreto 7.053, de 23 de dezembro de 2009 – que estabelece a política nacional para a população em situação de rua – não tem ocorrido com tranquilidade, como era de esperar. O documento propõe a descentralização dos espaços de atendimento, o que em outras palavras implica fechar os grandes albergues e constituir casas menores, espalhadas pelas cidades, com possibilidade de atendimento menos massificado e mais humanizado. Eis a tensão.

De acordo com o Movimento Nacional da População de Rua, Curitiba tem 4 mil moradores nessa situação. Os dados oficiais do governo federal, publicados em 2008, indicam 2,7 mil pessoas vivendo na rua na capital. Com base nos cadastros de atendimentos individuais de 2012, a Fundação de Ação Social (FAS) estima que sejam 3,4 mil moradores de rua, o que indica um crescimento de 26% em quatro anos. Não é índice para deixar de braços cruzados.

Entre os assistentes sociais, psicólogos, educadores e demais profissionais que atuam junto ao povo da rua, é consenso que os abrigamentos, tais como ocorriam, em nada ajudavam na reinserção dos chamados mendigos. Aparentemente iguais nos andrajos, os miseráveis se encontram em estágios diferentes de suas vidas. Desconsiderar esse aspecto é condená-los à inércia.

Há os que estão menos sujeitos às recaídas nas drogas e no álcool. Os que já trabalham – ainda que uma grande massa seja informal. Os que reatam com certo sucesso o vínculo com a família. Colocados todos juntos, anônimos, em refeitórios e dormitórios da assistência social, os avanços tendem a ser minorados. Não é segredo para ninguém que, expostos à ocasião, muitos recuam nos passos dados, voltando ao ponto de partida.

A Fundação de Ação Social de Curitiba decidiu dar passos largos na questão da população de rua. As dificuldades não são poucas. Nos bairros do Boqueirão, Portão e Rebouças – para citar três áreas que receberam as novas “casas de passagem” –, a resposta dos moradores não foi favorável. Não há – a rigor – rejeição explícita à nova ordem, mas oposição à presença desses espaços próximos às casas das famílias. As argumentações são mais ou menos as mesmas: os mendigos fazem abordagens contínuas, trazem sensação de insegurança, inibem. Há quem os acuse de pequenos furtos. Unânimes, moradores pedem que a prefeitura realize a política, mas em outro lugar, de preferência numa fazenda.

A FAS, procurada pela Gazeta do Povo, informou que tem promovido, e vai reforçar, o diálogo com os moradores, assim como aprimorar práticas educativas e alertas à sociabilidade junto aos inquilinos das novas casas. Mas não abre mão de afirmar: é dever do poder público cuidar da população de rua, seguindo a diretriz nacional e as prescrições dos especialistas.

Outro aspecto é que se trata de uma política multissetorial – ou seja, a ação social não é o único agente nessa tarefa, que é dividida com setores como a saúde, por exemplo. Os consultórios de rua são já uma ação concreta dessa ação conjunta. A FAS, contudo, não esconde sua preocupação com o desafio de conseguir a anuência dos moradores.

A relação ambígua entre a população comum e a população de rua merece ser observada com vagar. Tem raízes medievais. É no medievo que se consolida a retórica de que os mais pobres são figuras de predileção divina, a quem se deve acolher, conforme descrito nas obras de misericórdia. No Renascimento, com o aumento dos mendicantes, esse discurso endurece. Ao mesmo tempo que eleitos, “pobres divinos”, “imagens do Redentor”, passam a ser vistos também como promíscuos, violentos, desocupados, desterrados, fora da lei e endemoninhados. No século 19, o higienismo reforça a tendência à repulsa, posto que os mais pobres passaram a ser vistos também como transmissores de doenças.

É fato que esses preconceitos construídos no decorrer da história receberam correções – ora por parte das igrejas, das escolas e dos governos. Mas é flagrante que a figura dos mais pobres permanece em estado de “dúvida metódica”, de “ser ou não ser”. Ao mesmo tempo em que comovem, levando à generosidade, são vistos por suas culpas por estarem onde estão, representando uma ameaça à propriedade e à integridade.

Pesquisa feita em 2009 pela Fundação Perseu Abramo e pelo Instituto Rosa Luxemburgo, da Alemanha, acabou, por vias tortas, comprovando essa relação delicada. O levantamento intitulado Diversidade sexual e homofobia no Brasil não trata da mendicância, mas em algumas questões – como as relacionadas ao repúdio social – mostrou altíssimo grau de rejeição também a moradores de rua e a figuras que se confundem aos mendigos, como ex-presidiários e dependentes químicos. Será uma longa viagem.”

 

 

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10 de junho
18h00: Sessão solene.

19h: MESA “A Profissionalização do Cientista Social Brasileiro”.
Lejeune Xavier Carvalho (Unicamp)
Alexandro Dantas Trindade (UFPR)
Mauro Leno Silvestin (UFPR)

11 de junho
9h: MESA “Demarcação de Territórios Indígenas no Brasil: Dilemas e Questões.”
Maria Helena Amorim (FUNAI)
Ricardo Cid Fernandes (UFPR)
Thiago Moreira dos Santos (ISA)

14h: Apresentação de trabalhos.
Sociologia
Antropologia
Ciência Política

19h: MESA “Participação Política e Cyberespaço no Brasil.”
Sérgio Braga (UFPR)
Rodrigo Rossi Horochovski (UFPR)
Datafolha/Ibope

12 de junho
9h: MESA “Políticas Públicas e Juventude na América Latina.”
Maria José Resende (UEL)
Ana Luisa Fayet Sallas (UFPR)
Maria Tarcisa Silva Bega (UFPR)

14h: CINECLUBE
Filme: “The Ax Fight”
Debate: Maria Inês Smiljanic (UFPR)

19h: MESA “Relações Raciais e Expressões Artísticas.”
Geslline Braga (USP)
Milena Martins (UFPR)
Marco de Oliveira (UFPR)

13 de junho
9h: MESA “Formação Docente: para além da sala de aula.”
Rafael Bezerra (UFPR)
Cássio Esteche Brito (CELC)
Ileizi Fiorelli (UEL)

19h: OFICINAS
Patrimônio Imaterial: um campo em perspectiva.
Produção de textos acadêmicos.
Apresentação de atividade do PIBID Sociologia UFPR com xs estudantes do C.E. Leôncio Correia.

19h: A Condução Política das Drogas.
Gilberta Acserald (UERJ)
Brigida Reinold (UFRJ)
Pablo Ornelas Rosa (FASF)

14 de junho
9h: MESA “O trabalho do arqueólogo”
Laércio Brochier (MAE/UFPR)
Sady Carmo Pereira Jr (UFPR)

14h:OFICINAS

Patrimônio Imaterial: um campo em perspectiva.

Produção de textos acadêmicos.

19h: ENCERRAMENTO.
Festa no DCE.

CAROS estudantes!
Boa tarde!
Esclareço que o horário CACS conforme bem lembrado no colegiado do curso é um horário que será apoiado e validado como parte da grade das disciplinas, enquanto nele se cumprir com a finalidade que deve ser formativa no seu sentido pleno. Este horário foi validado na reunião do colegiado, como parte da organização dos estudantes e, como parte de um curriculo extra-sala de aula, que todos fazemos, tanto na vida acadêmica, como social, política, pessoal e de trabalho. Seguramente poderá ajudar muito na organização do curso, no seu gerenciamento e na consolidação das decisões importantes para todos se nele agirmos como pessoas comprometidas. Este espaço é também o lugar da troca de ideias, da organização de atividades formativas, da liberdade e da responsabilidade, sobretudo do cuidado com este curso e com este ambiente que é nosso, que é de todos/as, a universidade. Importante dizer que o CACS representa os alunos do curso, que fala como representação deles, e, embora, já saibam, fala de decisões informadas e discutidas com o conjunto dos estudantes.Decisões que devem contemplar a diversidade e as necessidades de todos/as. Para que este espaço seja o espaço da representação, do respeito, da acolhida, da verdade, – é preciso desenvolver senso crítico com responsabilidade. Neste sentido o horário, o lugar, a voz, a fala, a acolhida e o respeito são imperativos tanto à vida de cada um, quanto à cidadania e ao futuro institucional. Assumam este lugar como um lugar que é de vocês e todos e todas, façam valer a representação dos seus interesses.
Abraço aos alunos e alunas do curso
Marlene Tamanini
Coordenadora do curso de Ciências Sociais.

CAR@S CALOUR@S!

 Em primeiro lugar @s cumprimentamos por terem sido aprovad@s no vestibular, ou em outras formas de entrada no Curso de Ciências Sociais da UFPR. Em segundo lugar, escrevo como coordenadora do curso para convidá-l@s a que participem da semana dos calouros do curso, que se realizará entre os dias 8 a 12 de abril de 2013. Esta é uma oportunidade única para conhecer @s colegas veteran@s e @s nov@s, para fazer destas horas passadas junt@s, uma possibilidade de convívio agradável, e de conhecimento tanto do curso, como do currículo, com suas disciplinas e seus professores. Além disso, a programação que segue em anexo, desenvolverá assuntos importantes a respeito da graduação, da formação, da pesquisa e do mercado de trabalho do cientista social. Nesta semana serão apresentadas também algumas das políticas de apoio estudantil da UFPR/PR e a biblioteca, tão necessária a nossa formação. Seus colegas veteranos, também falarão sobre o movimento estudantil e farão outras atividades de integração e acolhida. Esta semana é dedicada a vocês calouros e, é parte do calendário acadêmico do ano de 2013.1 que se inicia com a semana dos calouros. Não deixem de vir e de aproveitar as oportunidades para entender melhor o curso, tirar dúvidas se informar e interagir positivamente com o curso que vocês iniciam.

Parabéns sejam Bem-vind@s!

Profa Dra  Marlene Tamanini

Coordenadora do Curso de Ciências Sociais UFPR.

PROGRAMAÇÃO SEMANA DOS CALOUROS / 2013

SEGUNDA 08 DE ABRIL DE 2013 – ANFI 900 

08h – 10h – Apresentação Institucional 

.Profa Dra Maria Tarcisa S. Bega – Diretora do Setor de Ciências Humanas Letras e Artes
.Profa Dra Marlene Tamanini – Coordenadora do Curso de Ciências Sociais.
.Prof. Dr. Paulo Guérios – Chefe do Departamento de Antropologia- DEAN
.Prof. Dr. Adriano Codato/ou Prof. Dr Pedro Bodê – Chefe e vice do Departamento de Sociologia – DECISO
.Apresentação das secretarias – (Ciências Sociais, DECISO, DEAN) com a presença dos secretários:

Osvanir José Gonçalves de Andrade – secretário do DEAN
Ana Christina Bittencourt – secretária do DECISO
Sandra Mara – secretária de Ciências Sociais

10h – 12h – Aula Inaugural.
14 h – 18 h – Atividade CACS. 

TERÇA 09 DE ABRIL DE 2013 – ANFI 900

8h -10h – Assuntos Estudantis UFPR

1. PET – Profa Dra Simone Meucci; Prof. Dr. Ricardo Cid, Pedro Frasson (aluno
Bolsista)
2. PIBID Prof. Dr Alexandro Trindade e Prof. Dr. Rafael Reginane, Henrique Bueno (aluno bolsista).
3. PIBIC – Laura Sloboda (aluna bolsista)
4. MAE – Profa Dra Laura Perez Gil+ Lucas Carvalho (aluno bolsista).
5.PRAE: Igor Borck (aluno bolsista)
6. FIEP: Thaís Madera (aluna bolsista)

10h – 12h – Mesa: Movimentos Sociais – CACS.

14 h – 18h – Atividade CACS. 
14h – Filme no anfiteatro 1100

QUARTA 10 DE ABRIL – ANFI 900

08h – 10h – Apresentação do Curso e Currículo – Apresentação pela Comissão de Implementação e pelo Núcleo Estruturante do Projeto Político Pedagógico do Curso de Ciências Sociais – Bacharelado e Licenciatura
a.Coordenação – Profa Dra Marlene Tamanini
b. Área de Formação Sociologia – Prof. Dr. Alexandro Dantas Trindade
c. Área de Formação Arqueologia e Antropologia – Prof. Paulo Guérrios
d. Área de Formação Política – Prof. Dr. Emerson Cervi
e. Orientadores Acadêmicos – Prof. Dr. Pedro Bode, Profa Dra Maria Benilde Motim, Profa Dra Maria Aparecida Bridi

10h -12 – Mesa: Educação –

– Professora Milena Martinez
– Professora Walquíria Mazeto
– Professor Altair Pivovar, coordenador do CEALI e Marcelo (secretário).

14h-18h – Atividade CACS

QUINTA 11 DE ABRIL – ANFI 900 
08h – 10h – Apresentação das linhas de pesquisa da pós.

.Antropologia – Profa Dra Edilene Coffaci de Lima, Tiemi Kayamori Lobato da Costa, estudante
.Sociologia – Prof. Dr Alfio Brandenbrug , Thays Montecelli, estudante
.Política – Prof. Dr Emerson Cervi + estudante

10 h 13 – 12 horas – Movimento estudantil 

14h – 18 h – Atividade CACS

SEXTA 12 DE ABRIL – ANFI 900

8h – 10h45 – Mesa: Relação entre formação e mercado de trabalho – Ciências Sociais
Coordenação: Profa Dra Simone Meucci
.Prof. Dr Laércio Loiola Brochier (arqueologia) –
.Prof. Dr. Luiz Domingos Costa (ciência política) –
.Prof. Dr. Ricardo Cid Fernandes (antropologia)
.Prof. Gabriel da Educação Física
. Prof. Leonardo Carbonière Compoy (sociologia)
.José Renato (Empresa de Consultoria)
.Estagiárias do HSBC – Laura Budel e Angela Ilha.

11h – visita guiada à biblioteca
Coordenação do curso de Ciências Sociais
Departamento de Antropologia (DEAN)
Departamento de Ciências sociais (DECISO)
Centro Acadêmico de Ciências Sociais

Apoio: Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes (SCHLA/UFPR)

 

 

Cap. I – DA ORGANIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES

Art. 1º – Caberá a Comissão Eleitoral: a divulgação, organização, acompanhamento, fiscalização das eleições, recebimento das inscrições das chapas concorrentes e a apuração das urnas.

Parágrafo 1 – Caberá ao CACS todo custeio das eleições, ou seja, urna, publicações da comissão eleitoral, cédulas;

Parágrafo 2 – Para organizar as eleições a comissão deverá confeccionar e/ou providenciar os seguintes materiais: urnas, cédulas e listas dos votantes padronizadas;

Parágrafo 3 – As urnas serão verificadas e lacradas pela comissão eleitoral antes do início das eleições. As cédulas deverão ter pelo menos a assinatura de um dos membros componentes da comissão;

Parágrafo 4 – Na cédula deverão constar apenas os nomes das chapas, ou seja, não deverão constar os nomes dos componentes de cada chapa.

Art. 2º – As decisões dentro da Comissão Eleitoral serão tomadas por maioria simples. Para o desempate, será utilizado o voto de minerva do membro da comissão elegido para tal fim.

Art. 3º – Todas as decisões da Comissão Eleitoral são passíveis de recurso a requerimento de qualquer uma das chapas.

Cap. II – DAS ELEIÇÕES

Art. 4º – As chapas que forem concorrer ao CACS deverão inscrever-se junto à Comissão Eleitoral no dia 05 de dezembro de 2012, das 09h30min às 10h30min no CACS.

Art. 5° – O dia de votação será dia 13 de Dezembro de 2012, com início às 08h30min e terminando às 18h30min.

Art. 6º – São eleitores todos os estudantes regularmente matriculados no curso de Ciências Sociais do Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFPR, com exceção dos membros da Comissão Eleitoral.

Parágrafo 1 – Caso haja empate nas eleições, três membros da Comissão Eleitoral irão votar para o desempate.

Art. 7º – O voto não é obrigatório.

Art 8° – A comissão eleitoral promoverá, caso tendo mais de um chapa inscrita, um debate para discussão de proposta. Este será realizado dia 12/12/2012 às 09h30min no Espaço CACS.

Parágrafo 1 – O debate será organizado da seguinte maneira:

I – A mesa debatedora terá 1 representante da Comissão eleitoral, 1 integrante de cada chapa.

II – Cada integrante terá 10 minutos para apresentar suas propostas, tendo a Comissão Eleitoral a responsabilidade de garantir e controlar o tempo;

III – Após a apresentação das propostas pelas chapas, será aberta a plenária para perguntas para as chapas concorrentes. Terão 2 minutos para perguntas, e 4 minutos para as respostas. Caso haja algum tipo de agressão verbal entre as chapas, a Comissão Eleitoral se dá ao direito de julgar a continuidade do processo ou não.

 

Cap. III – DAS CHAPAS

Art. 9º – Serão considerados elegíveis todos os alunos do curso de Ciências Sociais, exceto os alunos que terminarem o curso antes do término do mandato e membros da comissão eleitoral.

Art. 10º – As chapas serão compostas por 15 membros. No ato da inscrição, as chapas deverão, obrigatoriamente, apresentar:

I – Nome da Chapa;
II – Nomes dos três membros para cada uma das cinco coordenações (I – Coordenação de Cultura e Extensão; II – Coordenação Administrativa; III – Coordenação de Relações Públicas e Eventos; IV – Coordenação de Finanças; V – Coordenação de Imprensa e Divulgação) indicando o nome daqueles que farão parte da comissão executiva.
III – Carta programa.

Art. 11º – Os pedidos de retirada, mudança ou impugnação das chapas serão aceitos pela Comissão Eleitoral do dia 10 de Dezembro ao dia 11 de Dezembro, tendo a chapa inscrita a responsabilidade de procurar os membros da Comissão Eleitoral para registrar em ata a(s) mudança(s). Após esta data não serão aceitas composições ou fusões de chapas.


Cap. IV – DO PROCESSO ELEITORAL

Art. 12º – O transporte, a abertura e o fechamento da urna, bem como todo o processo eleitoral, deve ser encaminhado por dois mesários (composto por membros da comissão eleitoral) e um fiscal de uma (ou de mais de uma) das chapas concorrentes. Fica resguardado o direito à Comissão Eleitoral de fiscalizar estes trabalhos;

Parágrafo 1 – Os mesários devem ser da comissão eleitoral, indicados em assembleia;

Art. 13º – Caberá aos mesários dirigir os trabalhos de votação na urna sob sua responsabilidade;

Art. 14º – É garantido a um fiscal de cada chapa acompanhar os mesários no deslocamento da urna;

Art. 15º – A urna e todo material eleitoral deverá ser lacrado. A votação não será interrompida, seguirá por todo o dia da votação, sempre acompanhada por pelo menos 2 membros da comissão. Por qualquer motivo caso seja interrompida a votação, a urna e todo o restante do material deverá ser guardado no CACS, não podendo ser guardada em outro lugar, sob pena de impugnação da urna;

Parágrafo 1 – As urnas só poderão ser transportadas devidamente lacradas, sendo que o lacre deverá estar rubricado pelos mesários;

Parágrafo 2 – Caso alguma irregularidade seja constatada na urna pela Comissão Eleitoral durante o processo de eleição, esta deverá ser manifestada na presença dos mesários responsáveis pela urna.

Art. 16º – A urna deve ser mantida em local fixo dentro do espaço do prédio D. Pedro I, não sendo permitido circular com a mesma para recolhimento de votos.

Art. 17º – Cada estudante poderá votar na urna segundo orientações abaixo;

Parágrafo 1 – No ato da votação, o aluno deverá apresentar a carteira de estudante;

Parágrafo 2 – O votante deverá assinar lista de votação que será fornecida pela Comissão Eleitoral;

Art. 18º – Antes de ser entregue ao votante, a cédula de votação deve receber 01 (uma) rubrica no verso:
a) de um dos componentes da Comissão Eleitoral;

Parágrafo único – cédulas com duas ou sem rubricas serão invalidadas.

Cap V – DA APURAÇÃO

Art. 19º – As eleições serão encerradas impreterivelmente às 18h30minh do dia 13/12/2012;

Art. 20º – Antes de proceder à abertura das urnas, a Comissão Eleitoral deverá:

I – Verificar se a urna está devidamente lacrada e acompanhada das listas de votantes e cédulas não utilizadas.
II – Constatado qualquer problema com a urna, a comissão Eleitora decidirá se a mesma será apurada ou impugnada.

Art. 21º – A Comissão Eleitoral formará as juntas apuradoras, compostas pelos membros da Comissão Eleitoral e por 1 dos fiscais de cada chapa, obedecendo o seguinte procedimento:

I – Contagem do número de assinaturas na lista de votantes;
II – Contagem do número de cédulas válidas (com uma rubrica no verso);
III – Verificação da defasagem entre número de assinaturas na lista de votantes em relação ao total de cédulas válidas.

Parágrafo único – Se a defasagem existente entre as listas de votantes e o número de votos na urna exceder haverá a recontagem de votos, existindo mesmo a defasagem fica a cargo da Comissão Eleitoral julgar o caso.

Art. 22º – O relatório e o resultado da apuração será apresentado pela Comissão Eleitoral após a apuração dos votos no mesmo dia 13/12/2012. Eventuais recursos terão que ser promulgados 30 minutos após a apuração. A posse será dia 19/12/2012 às 09h30min no Espaço CACS.

Parágrafo único – Sendo os recursos promulgados no dia da eleição, a Comissão Eleitoral recomenda aos integrantes das chapas que estejam todos os presentes no dia da apuração.

Curitiba, 29 de Novembro de 2012.··.

Comissão Eleitoral – composta pelos estudantes

Paula Sobral Hisatugo

Caio Henrique de Almeida

Karine Concentino Guerreiro

Thais Madeira Filipi 

 

Créditos ao professor Sérgio Braga.

Secretaria de Estado da Educação (Seed) publicará na primeira quinzena de novembro o edital de concurso público para a contratação de 13.771 professores e pedagogos. Os cargos serão de nível superior, para 20 horas semanais, e as inscrições serão abertas ainda em 2012. O anúncio foi feito em reunião realizada no APP-Sindicato.

A secretaria confirmou ainda a prorrogação dos contratos do Processo Seletivo Simplificado (PSS) de professores e agentes de apoio I e II para o próximo ano letivo e informou que será aberto um novo PSS. Desde 2011, foram contratados 17.261 servidores para a educação.

Remoção

Na APP, os representantes da Seed informaram que, além dos editais de remoção de professores dentro do município e entre municípios do mesmo núcleo, haverá outro entre municípios de núcleos diferentes. Neste ano, pela primeira vez será aberto também um processo que permitirá a remoção de funcionários.

Blog Sociais: Certe de 385 dessa vagas serão para professoras e professores de Sociologia. Isso, para o Paraná todo!