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No dia 20 de janeiro tivemos a primeira reunião para elaboração da Semana do Calouro 2012 !!
Como ano passado, a reunião foi aberta a toda e todos estudante que quisesse participar!!

A Coordenação do curso havia enviado à gestão do CACS 2012 uma prévia da semana do calouro com parte da programação intitulada “institucional”.Essa programação foi levada à reunião aberta, para discutirmos como garantir aquilo que nós estudantes achávamos importante ter na semana do calouro junto às necessárias informações sobre o curso, como funciona os meandros da Coordenação/Setor.

Com participação de representantes da gestão do CACS, alunos dos diversos períodos, grupo de oposição, conseguimos fechar uma semana do calouro que garanta aos nossos calouros uma boa recepção com muita curtição, interação com os veteranos, com as informações necessárias para ingressar no curso e um primeiro contato com as pautas de luta estudantis e dos movimentos sociais em geral!!

Na última quarta-feira (01/02) tivemos uma reunião para fechar os responsáveis por garantir um bom preço na bera de segunda e de sexta, contatar quem irá compor as mesas para

garantirmos pluralidade de idéias na Semana do Calouro, de acordo com o caráter democrático da nova gestão.

Para programação das tardes, convocamos os estudantes a proporem na nossa página no Facebook http://www.facebook.com/groups/298169090218859/?ref=ts.Oficinas, Música, Filmes e então poderemos organizar na próxima semana essas atividades propostas. E vale lembrar que a recepção dos calouros não será somente na primeira

Semana!! O primeiro semestre irá exigir dos veteranos atenção para acompanhá-los no acesso a informações do curso (aquelas coisas que eles perguntam várias vezes e confundem quem o que na Universidade), acontecimentos dos movimentos sociais dentro e fora da universidade, quando rolam as festas e onde.. e o festerê continua!!

Um ótimo ano para tod@s nós!!

CACS UFPR

Gestão 2012 “Da luta não me retiro”

Endereço: http://www.facebook.com/groups/298169090218859/

*A página do BLOG continua no ar!

Mensagem vinda do Núcleo de Educação – Área Sul

Olá companheiros,

Essa mensagem é sobretudo para os professores que participam, nos dias que correm, do Processo Seletivo Simplificado (PSS).

É muito importante estar atento à legislação que regulamenta a distribuição de aulas nas disciplinas de Filosofia e Sociologia.

Em reunião da SEED com representantes da APP-Sindicato, ficou acordado, conforme texto publicado no site da App, que

“Aulas de Filosofia e Sociologia – O GRHS da Seed enviará orientação aos Núcleos Regionais de Educação

para o cumprimento da Deliberação 03/08 do Conselho Estadual de Educação. Essa deliberação reafirma que

primeiramente assumem aulas os licenciados em Sociologia e Filosofia. Atenção, PSSs, fiquem atentos, pois

devem assumir aulas primeiro do que os não licenciados, mesmo estando numa classificação posterior.”

Assim, é importantíssimo resguardar o direito dos professores e alunos no sentido de que as aulas dessas disciplinas

sejam ministradas (se possível, exclusivamente) por professores habilitados ou com especialização nas respectivas áreas.

Quanto às aulas de Ensino Religioso (as quais também podem ser ministradas por professores dessas disciplinas),

conferir a legislação pertinente, disponibilizada em:http://www.ensinoreligioso.seed.pr.gov.br

O Coletivo de Professores de Filosofia do Paraná composto por professores e pesquisadores de Filosofia no
Ensino Médio e nas Universidades do Paraná, lideranças sindicais afeitas à educação e educadores Paranaenses,
vem a público para:
1. Defender políticas públicas educacionais em âmbito Estadual e Federal que garantam as condições
adequadas ao trabalho pedagógico com a Filosofia e demais disciplinas do currículo escolar, considerando
aspectos didáticos, sociais, culturais e de infraestrutura que interferem na prática laboral dos professores e
demais profissionais da educação, sobretudo aos que atuam na Educação Básica Pública, que tem no Estado
sua instância mantenedora e na sociedade, sua beneficiária e, também, instância de controle;
2. Defender o caráter formativo e cultural da Filosofia e a importância da sua presença no currículo escolar da
Educação Básica, garantindo-se, assim, aos estudantes o direito ao conhecimento que a disciplina
proporciona;
3. Defender o desenvolvimento de uma política nacional e estadual para o ensino de Filosofia, a fim de que
sejam garantidas: (1) a formação inicial específica e a formação continuada permanente de professores de
Filosofia para a Educação Básica, garantindo-se, assim, condições adequadas de ingresso e de
aperfeiçoamento profissional a estes docentes; (2) existência, nas unidades escolares, de materiais didáticos
de qualidade e a disponibilidade de textos clássicos, ferramentas fundamentais para o ensino da disciplina;
4. Defender a manutenção, nas escolas e Sistemas de Ensino que já garantiram esta conquista e o
estabelecimento, nas escolas e Sistemas onde esta norma ainda não vigora, que a disciplina de Filosofia
conste nas matrizes curriculares do Ensino Médio com, no mínimo, duas aulas semanais, como condição
necessária para o trabalho pedagógico;
5. Manifestar a preocupação com o retorno do, já outrora recorrente, argumento da interdisciplinaridade e do
tratamento transversal da Filosofia, presente na defesa da organização curricular do Ensino Médio por áreas
de conhecimento (Ciências Humanas e suas Tecnologias), pois observa-se, nesse recrudescimento, nova
tentativa conservadora de minar a crescente presença da disciplina de Filosofia, com estatuto científico
reconhecido e carga horária específica; no currículo escolar;
6. Defender que, enquanto matéria de ensino, os conteúdos filosóficos ao manterem-se em espaço curricular e
circunscrição específica contribuem, justamente por sua especificidade, com o estabelecimento de relações
interdisciplinares, ou seja, só a Filosofia, enquanto rigorosamente Filosofia, pode estabelecer relações
propriamente interdisciplinares com as demais disciplinas;
7. Defender a manutenção do currículo disciplinar pela Secretaria de Estado da Educação do Paraná e a
implementação de políticas e planos educacionais que venham, em curto e médio prazo, garantir que a
disciplina de Filosofia seja ministrada, em todos os níveis da educação formal neste Estado, por docentes
graduados e especializados em Filosofia, conforme a Deliberação 03/2010 do Conselho Estadual de
Educação do Paraná.
8. Defender realização de novos concursos públicos para todas as áreas de formação, especialmente para a
disciplina de Filosofia, com abertura de vagas suficientes para suprir a demanda de professores em todas as
escolas públicas que ofertam o Ensino Médio;
9. Defender e apoiar a presença de professores de Filosofia, com formação em Filosofia, na equipe técnicopedagógica
da Secretaria de Estado da Educação do Paraná e de suas unidades descentralizadas, os Núcleos
Regionais de Educação, a fim de assessorar os gestores da política pública educacional nas questões
pertinentes ao ensino de Filosofia;
10. Apoiar as pautas reivindicatórias dos professores de Sociologia e Arte em relação a estas disciplinas na
Educação Básica e seus respectivos coletivos a fim de que qualquer proposta de mudança na organização
curricular da Educação Básica do Estado do Paraná seja realizada por meio de amplo debate público,
envolvendo todos os professores, especialistas em Educação das Instituições de Ensino Superior, App-
Sindicato e Conselho Estadual de Educação para que seja superado o argumento da decisão da maioria pelo
argumento da necessidade pedagógica, visto que não há argumento plausível que possa justificar a
necessidade de uma disciplina acumular maior carga horária na matriz curricular que as demais.
Curitiba, 06 de dezembro de 2011.
Coletivo de Professores de Filosofia do Estado do Paraná.

“Não há democracia efetiva sem um verdadeiro poder crítico” (Bourdieu)

A educação no Brasil historicamente tem sido um privilégio de uma pequena parcela (rica) da população brasileira. É recente em nossa história a frequência das classes populares nas cadeiras de sala de aula. A lógica sempre funcionou da seguinte forma: existem uns que nascem para pensar, e aí mandar, e outros para trabalhar, e então obedecer. A sociologia é disciplina que contribui para a socialização desse tipo de conhecimento.

É sabido que hoje a universalização do ensino proporciona o acesso aos saberes historicamente construídos pela humanidade, mas sabemos que esses saberes não são partilhados de forma equitativa às pessoas. Há áreas do conhecimento que se sobrepõe sobre outras, como se entre os saberes houvesse graus de maior e de menor importância. É combatendo essa perspectiva que nós estudantes e profissionais da educação nos posicionamos. Nossa preocupação esta intrinsecamente ligada a uma concepção de educação emancipadora, que eduque para o exercício pleno da cidadania e da vivência com o respeito à diversidade e à alteridade.

Atualmente o ensino da sociologia/ciências sociais vem sofrendo ataques depreciativos por meio da mídia empresarial (Folha de São Paulo, Veja, etc), que na disputa dos rumos da educação no Brasil defendem um ensino voltado a formação simplista para atender as demandas pela “fabricação” de mão-de-obra de trabalho, como se o trabalhador não fosse um ser humano que tem direito a uma formação integral: técnica, sociológica, filosófica, artística.

Portanto entendemos que é ilusão acreditar na autonomia das escolas em definir a divisão da carga horaria das disciplinas, ao contrario, criaria um tenso ambiente em que os demais profissionais de educação disputariam essa carga horaria.

Entendemos que a docência precisa ser valorizada, com salários decentes e condições de trabalho adequadas, e ainda para cumprir a resolução 03/08 do CEE é necessária a abertura de concursos públicos para efetiva contratação de profissionais habilitados.

Devemos pensar em uma educação que feche de vez os olhos para o superado tecnicismo que afasta a Escola da população, e abri-los aos anseios da própria juventude paranaense que reunida na 2ª Conferencia Estadual da Juventude, em suas deliberações, reivindica alteração no sistema educacional para que este dialogue de fato com as realidades juvenis – em meio às reivindicações educacionais a equidade da carga horária das disciplinas no Ensino Fundamental e Médio. Lutemos por uma educação que humanize, que venha a visar o trabalho como processo educativo do ser humano, e não descolado de relações sociais concretas que desenvolvam todos os âmbitos do ser humano.

Por fim, nós estudantes e profissionais da educação, somos contra a diminuição da carga horária de sociologia no ensino médio. A problematização da quantidade de aulas deve estar centrada na equidade de aulas, e não na diminuição de disciplinas que estão sendo inseridas na grade curricular.

Além do mais, o retorno de sociologia e filosofia a matriz curricular do Ensino Médio, é resultado de uma luta histórica pela democratização do Brasil e da conquista da Educação a que a sociedade brasileira tem direito. E não aceitaremos qualquer redução nessa carga horária, pois isso implica em condições desumanas de trabalho. Nenhuma disciplina deverá ter menos de duas horas-aulas semanais.

O retorno da sociologia e da filosofia ao currículo do ensino médio é também, parte da luta Em Defesa da Escola Pública. É uma luta nossa!

CACS UFPR | APP Sindicato

ESTATUTO ATUAL DO CACS

Publicado: 05/10/2011 por lucianodemarchi em Ciências Sociais, Movimento Estudantil, UFPR

TÍTULO I – DA DEFINIÇÃO E PRINCÍPIOS

Art. 1 – O CACS é a entidade de coordenação e representação de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná, de natureza e fins não-lucrativos, com sede em Curitiba, constituindo como entidade filiada à União Nacional dos Estudantes (UNE) e à União Paranaense dos Estudantes, participante do Conselho do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Paraná (DCE-UFPR).

Art. 2 – São princípios do CACS:

I – Ser uma entidade livre e democrática, sem distinção de raça, sexo, orientação sexual, posição social, religiosa ou convicção político-filosófica;

II – Coordenar e promover a defesa dos interesses e direitos de seus integrantes;

III – Pugnar pela livre organização e expressão dos alunos de Ciências Sociais;

IV – Promover atividades recreativas;

VI – Incentivar e preservar a unidade dos estudantes em torno da solução de seus problemas;

VII – Lutar pela democratização, pela participação política dos estudantes e pelo ensino público, gratuito e de qualidade;

VIII – Realizar assembléias, seminários, conferências, reuniões, cursos para estudos ou debates técnicos, científicos e culturais, visando complementar e aprimorar a formação universitária;

IX – Assegurar a representação discente nos órgãos da UFPR;

X – Integração com outros cursos;

XI – Manter atividades em torno da valorização do curso de Ciências Sociais e suas aplicações na sociedade.

TÍTULO II – DO PATRIMÔNIO

Art. 3 – O patrimônio do CACS é formado pelos bens móveis e imóveis que possua ou venha a possuir.

Parágrafo 1º – O patrimônio do CACS é inalienável.

Parágrafo 2º – A responsabilidade do patrimônio é do Colegiado do CACS.

Art. 4 – São rendas do CACS:

I – Contribuição voluntária dos associados;

II – Rendas auferidas pelas atividades;

III – Quaisquer verbas legadas ou doadas.

Art. 5 – Os recursos financeiros destinam-se à manutenção do CACS e ao desenvolvimento de atividades do interesse do estudando.

Art. 6 – O movimento será arrolado em livros especiais da Tesouraria do CACS, com a devida aprovação do colegiado em primeira instância, e da assembléia geral em segunda instância, sendo semestral a prestação de contas.

TÍTULO III – DOS SÓCIOS, DOS DIREITOS E DEVERES

CAPÍTULO I – Do Quadro Social

Art. 7 – O CACS compor-se-á de integrantes.

Parágrafo Único – São integrantes do CACS todos os alunos regulares matriculados no curso de Ciências Sociais do Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFPR, entendendo-se por alunos regulares desse curso matriculados, aqueles que na folha de matrícula emitida pelo computador da UFPR, no período em questão, constem como matriculados em pelo menos uma disciplina não eletiva. Por conseguinte, não considerar-se-á, para efeito de cálculo, os estudantes que na mesma folha constem como de matrícula trancada ou não matriculados.

Art. 8 – São direitos dos integrantes:

I – Exigir o cumprimento do estatuto;

II – Apresentar sugestões e críticas ao colegiado do CACS;

III – Requerer e participar de Assembléias Gerais;

IV – Votar e ser votado;

V – Participar das comissões, representações e delegações;

VI – Ocupar cargos dos órgãos do colegiado;

VII – Participar de qualquer das atividades promovidas pelo CACS;

VIII – Ter livre acesso aos livros caixas e atas.

CAPÍTULO II – Dos Deveres

Art. 9 – São deveres dos integrantes:

I – Acatar o presente estatuto, bem como as resoluções e deliberações das assembléias gerais;

II – Zelar pelo patrimônio do CACS, indenizando todo e qualquer prejuízo que venha a causar;

III – Exercer com zelo as funções que vier desempenhar.

CAPÍTULO III – Das Penalidades

Art. 10 – São penalidades aplicáveis aos integrantes:

I – Advertência escrita pelo CACS;

II – Inserção em ata de reunião do CACS do procedimento do faltoso, podendo ser convocado a prestar esclarecimento ao CACS.

Parágrafo 1º – É assegurado o direito de defesa do faltoso;

Parágrafo 2º – A procedência da denúncia será apurada em reunião do CACS, cabendo à Assembléia Geral o recurso.

TÍTULO IV – DOS ÓRGÃOS DO CACS

Art. 11 – São Órgãos do CACS;

I – Assembléia Geral;

II – Colegiado;

III – Grupos de estudos provisórios ou permanentes e/ou comissões temáticas provisórias ou permanentes.

CAPÍTULO I – Das Assembléias Gerais

Art. 12 – A Assembléia Geral é o órgão deliberativo máximo e soberano do CACS e dele fazem parte todos os estudantes de Ciências Sociais da UFPR.

Parágrafo Único – É permitida a participação de estudantes de outros cursos, mas sem direito a voto.

Art. 13 – A Assembléia Geral pode ser convocada pelo colegiado ou por requerimento de ¼ (um quarto) dos integrantes desta unidade.

Parágrafo Único – O quorum para instalação da Assembléia é de 50% mais 1 do número de integrantes em primeira chamada, e em segunda chamada, que se dará em 15 minutos após a primeira, é de qualquer número.

Art. 14 – As deliberações serão tomadas por maioria simples de votos.

Art. 15 – As Assembléias Gerais serão presididas pelo colegiado, resguardando seu caráter soberano.

Art. 16 – A Assembléia Geral tem o poder de:

I – Impugnar eleições;

II – Destituir qualquer membro do colegiado;

III – Eleger novo membro do colegiado em caso de impedimento ou destituição;

IV – Destituir o colegiado e convocar novas eleições;

V – Anular ou modificar qualquer ato dos demais órgãos diretivos;

VI – Modificar em parte ou no total este estatuto;

Art. 17 – A convocação para Assembléia Geral será feita:

I – Por meio de edital fixado em lugares apropriados e acessíveis;

II – Com 48 horas de antecedência no mínimo, constando a proposta de pauta.

CAPÍTULO II – Do Colegiado

Art. 18 – O colegiado é o órgão administrativo, coordenador e executor de atividades do CACS. Será constituído por 15 membros, estudantes do curso de Ciências Sociais da UFPR, independente do ano de entrada. Os 15 membros se distribuirão em 5 coordenações, 3 em cada uma, as quais são:

I – Coordenação de Cultura e Extensão;

II – Coordenação Administrativa;

III – Coordenação de Relações Públicas e Eventos;

IV – Coordenação de Finanças;

V – Coordenação de Imprensa e Divulgação.

Parágrafo 1º – A comissão executiva será o órgão gerenciador das decisões do colegiado e assembléia; compor-se-á de 5 representantes, sendo 1 de cada coordenação.

Parágrafo 2º – Todos os cargos tratados no estatuto não serão remunerados.

Parágrafo 3º – A gestão do Colegiado terá duração de 1 ano, sendo permitida a reeleição parcial ou total de seus membros.

CAPÍTULO III – Das Atribuições do Colegiado

Art. 19 – Ao colegiado compete:

I – Elaborar um programa administrativo, político e financeiro anual;

II – Elaborar calendário anual de reuniões;

III – Cumprir e fazer este estatuto;

IV – Prestar, quando solicitado, todos os esclarecimentos e informações a qualquer integrante do CACS por escrito;

V – Reunir-se periodicamente com função deliberativa;

VI – Elaborar um regimento interno e outras regras complementares;

VII – Fixar anualmente o limite máximo de despesas que possam ser feitas de cada vez pelo tesoureiro, independente da autorização desse órgão;

VIII – Autorizar despesas superiores ao limite estabelecido;

IX – Convocar as Assembléias Gerais;

X – Elaborar projetos para alcançar os objetivos do CACS, os quais serão submetidos à aprovação em Assembléia Geral;

XI – Delegar funções aos integrantes e cobrar sucessivas realizações;

XII – Reunir-se no mínimo uma vez em cada mês através de convocação prévia por parte da comissão executiva;

XIII – Organizar um programa anual administrativo, político e financeiro;

XIV – Tomar posse dentro de cinco dias após a divulgação do resultado das eleições;

XV – Resolver em primeira instância os casos omissos do presente estatuto, cabendo recurso à Assembléia Geral;

XVI – Designar representação dos alunos do CACS quando necessário;

XVII – Participar através de representação das atividades de entidades estudantis;

XVIII – Lutar pela autonomia do CACS;

XIX – Ter sob sua responsabilidade o patrimônio do CACS.

Parágrafo Único – Todas as decisões e resoluções tomadas pelo colegiado deverão constar em ata que será assinada pelo secretário em exercício e participantes do CACS.

CAPÍTULO IV – Atribuição dos Membros do Colegiado

Art. 20 – Compete à Coordenação Administrativa

I – Dirigir os serviços gerais da secretaria;

II – Redigir e ler as atas das reuniões do colegiado e das Assembléias Gerais;

III – Substituir, transitoriamente, o coordenador geral no impedimento deste;

IV – Organizar e expedir correspondências, avisos, editais, cartas de filiação e ofícios;

V – Secretariar as reuniões, sendo responsável pela ordem e organização das mesmas;

VI – Organizar o arquivo social do CACS.

Art. 21 – Compete à Coordenação de Finanças

I – Executar os trabalhos de tesouraria;

II – Organizar o orçamento semestral para ser submetido à aprovação do colegiado;

III – Fiscalizar a realização de todas as despesas do CACS, providenciando para que o orçamento seja cumprido, além de autorizar os pagamentos pelo colegiado;

IV – Desenvolver trabalho para aumento da receita do CACS com auxílio do colegiado;

V – Providenciar para que seja depositado em um ou mais estabelecimentos bancários, previamente determinados pelo colegiado, o produto da arrecadação;

VI – Assinar os cheques e quaisquer outros documentos ou títulos que resultem em responsabilidade financeira para o CACS;

VII – Verificar o movimento de caixa, conferindo os saldos e comprovantes;

VIII – Ter sob custódia os livros de escrituração, mantendo-os em dia;

IX – Organizar balanço semestral.

Parágrafo Único – O tesoureiro sendo depositário fiel dos haveres do CACS, responderá civil e criminalmente, pelos mesmos, na forma de lei.

Art. 22 – Compete à Coordenação de Pesquisa e Extensão

I – Promover a formação de grupos de estudos que venham a contribuir para a sua formação universitária;

II – Organizar a biblioteca do CACS, controlando e zelando pelos seus documentos;

III – Requerer doações e contribuição de livros para o CACS;

IV – Promover cursos de extensão, debates, palestras, seminários e atividades congêneres com temas de interesse do estudante.

Art. 23 – Compete à Coordenação de Comunicação e Relações Públicas

I – Divulgar as atividades do CACS e do curso de Ciências Sociais;

II – Confeccionar cartazes e avisos;

III – Arquivar notícias, fatos e publicações sobre as atividades do CACS e de interesse do curso;

IV – Fazer circular jornal ou boletim informativo periódico sobre atividades do curso e de interesse dos estudantes;

V – Contatar com entidades congêneres, Estaduais e Nacionais;

VI – Manter relações com todos os órgãos da Universidade.

Art. 24 – Compete à Coordenação de Cultura e Eventos

I – Realizar atividades lúdicas e culturais, objetivando a integração dos estudantes do curso e com outros;

II – Trabalhar junto às outras coordenações na realização de eventos, no planejamento e realização dos mesmos;

III – Pesquisar e fomentar o acesso a produção cultural dos alunos e destes com a sociedade.

Art. 25 – Os membros de comissão executiva serão substituídos por outros membros da coordenação correspondente sempre que a reunião dos membros do colegiado deliberar ou por decisão de Assembléia Geral, diante de omissão, abandono de atividades e comportamentos expressos no artigo 27 (caso aprovação da proposta de comissão executiva).

Parágrafo Único – Os membros da comissão executiva deverão organizar-se por determinado tempo em rodízio com os outros membros das coordenações.

Art. 26 – Os membros do colegiado terão mandato com duração de um ano.

Art. 27 – Perderá o mandato qualquer membro do colegiado que:

I – Trancar, anular ou tiver cancelada sua matrícula no curso;

II – Agir de má fé, causando prejuízos morais ou materiais ao CACS;

III – Não cumprir com suas obrigações estatutárias.

Art. 28 – No caso de afastamento definitivo por morte, renúncia ou perda de mandato do colegiado, será convocado, num prazo máximo de 15 dias, Assembléia Geral para preenchimento do cargo.

Parágrafo Único – O membro substituto do colegiado não terá direito a voto se a substituição for feita num prazo inferior a 45 (quarenta e cinco) dias para o término da gestão.

TÍTULO V – DAS ELEICÕES

Art. 29 – As eleições serão convocadas pelo colegiado até 30 dias antes da sua realização.

Art. 30 – São eleitores todos os estudantes regularmente matriculados no curso de Ciências Sociais do Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFPR.

Art. 31 – O voto não é obrigatório.

Art. 32 – Serão considerados elegíveis todos os alunos do curso de Ciências Sociais, exceto os alunos que terminarem o curso antes do término do mandato e membros da comissão eleitoral.

Art. 33 – Serão aceitas inscrições de chapa até cinco dias úteis antes da realização das eleições.

Art. 34 – A votação será feita por sufrágio universal e escrutínio secreto, dentro do recinto do setor, em um só dia, das 08h00 às 20h00. As eleições serão realizadas em dia útil na última semana de agosto.

Art. 35 – A cada ano serão eleitos, em Assembléia Geral ou por meio de votos secretos em urnas, representantes para os departamentos do curso, colegiado de curso e conselho setorial, na proporção indicada em estatuto e regulamento da Universidade.

TÍTULO VI – DA FORMAÇÃO DAS CHAPAS

Art. 36 – As chapas serão compostas por 15 membros, sendo apresentados por escrito os nomes dos 3 membros para cada uma das cinco coordenações, indicando o nome daqueles que farão parte da comissão executiva.

Art. 37 – A eleição dos membros do colegiado será majoritária, com a chapa que obtiver a maioria simples dos votos (50% + 1) ocupando todos os cargos da diretoria do CACS.

Art. 38 – As eleições do(s) membro(s) representante(s) dos calouros deverá ser feita pela turma, após eleição do colegiado.

TÍTULO VII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 39 – O presente estatuto poderá ser revogado total ou parcialmente sempre que houver necessidade de modificá-lo somente pela Assembléia Geral.

Art. 40 – Os integrantes não são subsidiariamente responsáveis pelos compromissos assumidos pelo colegiado do CACS, respondendo este por seu patrimônio social.

Art. 41 – O presente estatuto, após aprovado em Assembléia Geral, constituirá a lei básica, pela qual pautar-se-á as atividades do CACS.

Art. 42 – O colegiado providenciará registro do presente estatuto, de acordo com as leis, dentro de 30 (trinta) dias a partir da data de sua homologação.

Art. 43 – O presente estatuto entrará em vigor a partir da data de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário.

Centro Acadêmico de Ciências Sociais (CACS – UFPR)

Reinvindicações de SOCIAIS!

Publicado: 29/08/2011 por lucianodemarchi em Ciências Sociais, Movimento Estudantil

No dia 12 de Agosto de 2011 às 09:30 foi aberta a segunda Assembleia Geral dos estudantes do curso de Ciências Sociais da UFPR para que fossem levantadas as reivindicações locais do curso, o qual deflagrou greve na última Assembleia realizada na última segunda feira, dia 08. Seguem abaixo as nossas reivindicações:

  1. CUMPRIMENTO DAS SEGUINTES AÇÕES JÁ PREVISTAS NO CURSO:
    1. Instalação imediata da sala de informática com 40 computadores (média de 9 alunos por computador) em bom uso, e com acesso aos periódicos e sites especializados na área indicados pelos professores do departamento.
    2. Reorganização da grade curricular do curso de forma que as disciplinas optativas sejam ministradas apenas no horário matutino, que é, afinal, o horário do curso. Isso deve ser garantido como direito afinal tod@s estudantes se matricularam em um curso matutino, não integral.
    3. Respeito à participação discente nas reuniões de colegiado: informe da pauta das reuniões uma semana antes da realização da mesma e convocação dos representantes discentes à reunião. Isto é garantido enquanto direito previsto para a representação setorial no “Art. 32. IV- representantes do corpo discente na proporção de um quinto do total de membros, desprezada a fração, com mandato anual, permitida uma recondução, observado o disposto no art. 63 do Estatuto;”; nos departamentos regulamentados pelo regimento “Art. 38. Na forma que dispuser o regimento setorial, os departamentos poderão deliberar em plenário ou câmara, constituída esta, pelo menos, de um representante de cada classe docente e de cada curso vinculado ao departamento, além de respectivo representante discente, na proporção de um quinto do total de membros, desprezada a fração, com mandato anual, permitida uma recondução, observado o disposto no art. 63”. Nos colegiados “Art. 125. O colegiado de curso será constituído por um coordenador, seu presidente, por um vice-coordenador, por um docente de cada departamento que participe do respectivo ensino, e por um quinto da representação discente.” Segundo o regimento, ainda “Art. 175. O corpo discente terá representação, com direito a voz e voto, nos órgãos colegiados e comissões. Art. 62. O corpo discente terá representação, direito a voz e voto nos órgãos colegiados e comissões da Universidade, nos termos deste Estatuto e do Regimento Geral.”
  1. REIVINDICAÇÕES A SEREM INSERIDAS NO CURSO:
    1. Aumento no número de exemplares na Biblioteca dos livros a serem lidos no curso. Se pensarmos que anualmente adentram 80 estudantes, deveríamos contar com um mínimo de 80 exemplares dos livros que estão nas ementas das disciplinas. Se estudar é um direito e deve ser gratuito – pois estamos em uma Universidade Pública – não devemos gastar enormes quantias de dinheiro em fotocópias, mas sim ter livros, material didático básico para nosso curso. Por isso reivindicamos a compra de 80 exemplares de cada livro que esteja ou entre nas ementas.
    2. Pelo fim das bolsas de caráter não pedagógico no curso, ou seja, que os estudantes usuários da bolsa permanência possam realizar com elas atividades de pesquisa e/ou extensão, e não atividades de caráter administrativo ou qualquer outro não relacionado à formação acadêmica.
    3. Pela Garantia de que os estudantes possam se manter na universidade sem trabalhar. Assistência estudantil de verdade!
    4. Fim das especializações pagas.
    5. Efetivação de professores substitutos e fixação de 40 alunos por turma.
    6. Construção de um laboratório de licenciatura no curso, bem como de um projeto de extensão em que se possam colocar em prática as atividades do laboratório.
    7. Paridade qualificada em todas as instâncias de colegiado do DECISO, DEAN e do Setor de Humanas, letras e Artes.
    8. Construção e implementação coletiva, entre estudantes e professores, de projetos de extensão no curso.
    9. Rediscussão da reforma curricular e revogação da separação do curso em Licenciatura e Bacharelado imposta pelo MEC em 2010. “Art. 4º A autonomia didática consiste na faculdade de: I- instituir, organizar, modificar e extinguir cursos, fixando os respectivos currículos”. Por isso, somos pelo fim do parecer do MEC CNE/CP n°9/2002 que impõe aos cursos a separação Bacharel/Licenciatura, desrespeitando a autonomia curricular do curso, por uma reforma curricular que venha de nossas demandas não de cima pra baixo com vistas a atender as imposições do MEC.
    10. Aperfeiçoamento dos professores de modo a que estes tenham maior capacitação para a acessibilidade, isto é, estejam preparados para atender alunos com necessidades especiais.
    11. Acessibilidade nos diversos ambientes da universidade (RU, salas de aula etc.).
    12. Abertura de um curso noturno, mas que este não tenha uma grade curricular distinta do curso matutino.
    13. Espaço físico maior para o Centro Acadêmico de Ciências Sociais. Nosso espaço hoje tem 3×5, sendo este o espaço de socialização de cerca de 360 estudantes.
    14. Paridade Qualificada, em todas as instâncias decisórias da Universidade. Igualdade entre estudantes, técnicos e professores Já.
    15. Respeito à autonomia universitária, que vem sendo constantemente atacada por imposições de Projetos de Lei ou Medidas Provisórias. Encontramos no Artigo 3. º Natureza jurídica da universidade “6 – As unidades orgânicas gozam também de autonomia científica, pedagógica, administrativa e financeira, nos termos dos estatutos da respectiva universidade”.